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PROJETO DE LEI PPC - PARTIDO PROGRESSISTA
CRISTÃO
PL Nº 002/ Que desobriga o voto eleitoral apresentado
pelo Presidente Nacional do PPC, Dr. Eurípedes José de
Farias.
Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965 (Atualizada até a
Lei nº 10.408, de 10/01/2002)
Lei democrática que não obriga o voto do cidadão
O projeto de Lei apresentado pelo
Presidente Nacional do PPC, Dr. Eurípides
José de Farias, desobriga os eleitores a votarem, pois não há democracia
quando os seus habitantes ficam reféns de normas ditatoriais de
interesse de uma minoria dominante.
O art. 6º e incisos da lei eleitoral nº 4.737/1965 que tem a seguinte
redação “ O alistamento e o voto são obrigatórios
para os brasileiros de um e outro sexo, salvo: quanto ao alistamento: a) os inválidos;
b) os maiores de setenta anos; c) os que se encontrem fora do país. II
- quanto ao voto: a) os enfermos; b) os que se encontrem fora do seu domicílio;
c) os funcionários civis e os militares, em serviço que os impossibilite
de votar”.
O art. 6º passará a ter a seguinte redação: “O
alistamento e o voto não são obrigatórios para os
brasileiros de um e outro sexo.”
Ficando assim a redação do projeto de lei:
Art. 1º O alistamento e o voto não são obrigatórios
para os brasileiros de um e outro sexo.”
Parágrafo Único: ficando revogado os dispositivos contrários à esta
lei.
CONSIDERAÇÕES:
Estamos em um país com indício de democracia, afirmativa esta que
pode até estar causando certo espanto para os brasileiros. Estamos acostumados
a ouvir dizer que o nosso país é democrático, mas que as
imposições como o alistamento militar e o voto obrigatório
são uns dos pontos que o Dr. Eurípides José de
Farias, advogado, apresenta neste projeto para minimizar a ditadura
camuflada de democracia.
CONCEITO
Pode-se argumentar que a pergunta direta não é a melhor maneira
de aferir a adesão à DEMOCRACIA, posto que a compreensão
do conceito é em si compreendida por poucos brasileiros.
Uma pesquisa do Datafolha em 89, solicitados a explicar
o que entendiam por democracia, respectivamente
43% e 45% dos (as) entrevistados
(as) disseram não saber
responder (38% e 40%), ou deram definições extremamente vagas,
ou simplesmente equivocadas. Esse resultado é em si uma demonstração
contundente do não desenvolvimento da cultura política democrática
no país. A opção pela democracia, nessa pergunta,
cresce com o aumento da escolaridade e entre os que compreendem
minimamente o significado
do conceito.
Em sua defesa parece não restar muito além de tentar aprofundá-la,
sobretudo, em sua dimensão participativa e reivindicatória, ampliando
a dimensão da cidadania, na esperança de que a democracia, seja
então, percebida por camadas mais amplas da opinião pública
como imprescindível, tanto quanto um instrumento de realização
de justiça social como do exercício da liberdade.
Quando as imposições são feitas como o alistamento militar
que poderia, tão somente, oferecer os meios para todos os jovens terem
o desejo de servir à nação com dignidade, com amor, dando-lhes
uma remuneração que faz jus ao seu interesse, a se alistarem, servirem à nação,
com essa visão estamos criando pessoas com amor à pátria.
Quando estamos impondo, estamos formando cidadãos com rancor e insatisfação
ao seu próprio país.
Quando impomos o voto obrigatório estamos deixando de dar a oportunidade
aos brasileiros de fazerem seu exercício de democracia e de cidadania.
Estamos pensando por eles, coagindo-os a fazerem aquilo que muitos não
gostariam de se submeter aos caprichos dos dominantes, e terem que votar em pessoas
de má índole. Democracia significa liberdade de decidir, sem oposição
dos dominantes.
Eurípedes José de Farias
Presidente Nacional do PPC

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